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14 de junho de 2024 Rio do Sul
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Com aumento de casos de sífilis, ginecologista alerta para o uso de preservativos


Por Cristiane Faustino Publicado 07/11/2023 às 08h14
Com aumento de casos de sífilis, ginecologista alerta para o uso de preservativos
Foto: Priscila da Silva

O aumento de casos de sífilis, nos últimos cinco anos, acende o alerta de prevenção à doença. Só no ano passado foram quase 20 mil diagnósticos, notificados e comunicados à Vigilância Epidemiológica.

Os dados foram anunciados pela ginecologista e obstetra de Rio do Sul, Daniela Hobus, em entrevista ao Grupo de Comunicação Difusora.Ela alerta para esse aumento e retorno da doença no país, e faz um apelo às pessoas para que façam o uso de preservativos para evitar a doença sexualmente transmissível. “O preservativo tem que estar presente, embora tenhamos outros métodos contraceptivos seguros. Ele é essencial para proteger contra a sífilis, é uma doença infectocontagiosa, ou seja, pode ser passada de uma pessoa para outra”, conta.

De acordo com a ginecologista, a sífilis o diagnóstico é bem difícil clinicamente, porque ela tem poucos sinais e sintomas. “A sífilis primária, começa mais ou menos uma, três semanas depois do contágio. Ela apresenta uma lesão, um nódulo sem dor, geralmente na região genital da pessoa, mas pode aparecer em outros locais do corpo também. E pode permanecer até seis ou sete semanas e depois ela some. O que dificulta ainda mais o diagnóstico na fase latente dela, ela tem ausência de sintomas. Já no estágio terciário os sintomas são mais graves e visíveis com alterações no sistema cardiovascular e nervoso”, enfatiza.

Por fim, Daniela faz fala de outras formas de transmissão. “Ela é transmitida principalmente por contato sexual. Porém, também pode ser transmitida por transfusão de sangue contaminado ou da mãe para o bebê durante a gestação”, relata.

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