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21 de fevereiro de 2024 Rio do Sul
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Taió reclama da demora para repasse de recursos estaduais


Por GCD Publicado 12/02/2024 às 10h02
Taió reclama da demora para repasse de recursos estaduais
Foto: Divulgação

O município de Taió vivenciou no mês de outubro do ano passado, a maior enchente já registrada, com o nível do Rio Itajaí do Oeste ultrapassando os 12 metros. O prefeito, Horst Alexandre Purnhagen, explica que, três meses após as cheias, a prefeitura trabalha na reconstrução da cidade.

No entanto, conforme o gestor, faltam recursos estaduais para realização de obras.Estamos vendo uma recuperação principalmente das estradas do município, mas é importante que o governo do Estado faça a tarefa deles, que é nos mandar o recurso. Nós estamos aí já há um bom tempo bancando esses reparos, não está fácil. Do governo federal, a gente já recebeu boa parte dos planos de trabalho e os valores. E falta aí o governo do Estado também fazer sua parte, estender a mão para os municípios. Para a gente poder dar condições para as pessoas trabalharem para recuperar seus negócios, principalmente a parte da agricultura que foi muito afetada e o reflexo é bastante grande para muito tempo”, revela.  

Para o prefeito de Taió, o estado deveria ter mais agilidade e menos burocracia na liberação de recursos para as cidades atingidas. “É muita burocracia, é muita documentação. É certo que precisa existir o controle, mas a gente tem urgência para que as coisas aconteçam. Então a gente espera, assim, que o governo do Estado não crie tantas barreiras. Lógico, a gente tem que prestar contas do serviço que foi executado, mas o governo do Estado precisa também fazer a sua parte, que é destinar recursos”, ressalta.

Município precisa realizar obras

Horst detalha que o município foi muito castigado e que ainda precisa realizar inúmeras obras. Inclusive a recuperação de escolas da rede pública municipal de educação. “Principalmente o cascalhamento das vias e a recuperação de cabeceira de ponte. Nós temos duas escolas que foram duramente atingidas com três metros de água dentro por diversas vezes. Então a gente precisa, nesse momento, dar condições para as crianças também voltem às escolas e postinho de saúde que foi atingido. Sei que teremos aulas a partir da semana que vem e a gente está aí, em plena recuperação. O pessoal trabalhando dentro não vai ficar 100% pronto, mas já vai dar condições das crianças de poder retornar às aulas”, finaliza.

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