Oferta de testes rápidos, em farmácias, é criticada por infectologista

Em decisão anunciada na semana passada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), farmácias podem realizar testes rápidos para detectar o coronavírus. Com isso, os exames deixam de ser feitos de forma exclusiva por hospitais e laboratórios. O infectologista, Amaury Mielle, questiona a comercialização e a eficácia dos testes rápidos. De acordo com ele, os índices de precisão são muito baixos.

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