Juiz nega pedido de liberdade aos presos preventivamente na Operação Curupira

Um dia antes de iniciar o período de recesso do poder judiciário, o juiz da vara criminal da Comarca de Rio do Sul, Claudio Márcio Areco Junior , analisou o pedido de revogação de prisão das seis pessoas que continuam presas preventivamente pela Operação Curupira.

No despacho o juiz negou o pedido da defesa que havia sido protocolado na segunda-feira. Neste pedido também houve manifestação do Ministério Público. Nesta semana foram realizadas três audiências com oitiva de testemunhas. Para o ano de 2020 foram designadas dez audiências para inquirição de testemunhas. O advogado de Walter Reichert; Rodrigo Reichert e Nilzon Reichert, Angelo Cattoni, respondeu ainda na noite de ontem nosso contato dizendo que estuda a possibilidade de impetrar um habeas corpus junto aos desembargadores plantonistas no Tribunal de Justiça, em Florianópolis.

O advogado de Juliano Goral, Adriano Carvalho, reafirmou que neste momento ainda não se manifestará sobre o processo. Ainda o advogado de Aldonir Xavier, Paulo Voltolini respondeu o contato da equipe de jornalismo do Grupo de Comunicação Difusora que não falará ainda sobre o assunto. O advogado do suspeito, Tarcísio Testoni, Rui Voltolini não respondeu nosso contato, assim como a advogada de Anderson Goral, Deise Lehmkuhl. A Operação Curupira foi deflagrada em Rio do Sul no dia dez de setembro. A ação apura crimes contra a administração pública e o meio ambiente.

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